No âmbito do projeto de salvaguarda “Polifonias d’agora e d’outrora”, promovido pelo NEFUP, com o apoio da DGartes e da Câmara Municipal do Porto, o NEFUP continua à conversa com um dos responsáveis dos cinco grupos de cantares polifónicos convidados para a dinamização de oficinas e de um espetáculo partilhado: neste caso, Rui Pedro Brandão e Patrícia Pinho dão o seu testemunho relativamente à origem, à prática, à aprendizagem e à salvaguarda do canto a vozes na região de Arouca.
Quando se canta ou cantava a vozes? Em que momentos da vida quotidiana estão ou estavam as polifonias presentes? No âmbito do projeto de...
Paradoxalmente, um dos locais onde, hoje em dia, mais contradanças e quadrilhas são dançadas é em Lisboa. Os movimentos migratórios dos habitantes das aldeias...
Das canções de embalar ao erotismo, passando pelo quotidiano e pelo sagrado, a música tradicional é constantemente reinventada. Alguns arranjos polifónicos executados pelas cantadeiras...