Neste episódio, André Marcos, diretor técnico do Grupo Folclórico da Universidade do Minho (GFUM), explica como o grupo chegou ao repertório que interpreta e o processo de “botar” cada cantiga. Refere, ainda, as inovadoras estratégias de salvaguarda ativa do canto a vozes que o GFUM está a implementar.
Quando se canta ou cantava a vozes? Em que momentos da vida quotidiana estão ou estavam as polifonias presentes? No âmbito do projeto de...
Neste episódio, Rúben Coelho, diretor técnico do Rancho de Vilarinho das Quartas, explica como foram recolhidas as modas que cantam e as diferenças entre...
“D’agora e d’outrora” continua à conversa com Armando Dourado e Napoleão Ribeiro sobre o dinamismo e o crescimento dos grupos de bombos nas últimas...