Neste episódio, André Marcos, diretor técnico do Grupo Folclórico da Universidade do Minho (GFUM), explica como o grupo chegou ao repertório que interpreta e o processo de “botar” cada cantiga. Refere, ainda, as inovadoras estratégias de salvaguarda ativa do canto a vozes que o GFUM está a implementar.
Das canções de embalar ao erotismo, passando pelo quotidiano e pelo sagrado, a música tradicional é constantemente reinventada. Alguns arranjos polifónicos executados pelas cantadeiras...
Maria da Luz Soares, pelo Grupo de Folclore “Terras de Arões”, conversa com o NEFUP sobre o processo de recolha das cantadas da região...
No âmbito do projeto de salvaguarda “Polifonias d’agora e d’outrora”, promovido pelo NEFUP, com o apoio da DGartes e da Câmara Municipal do Porto,...