Neste episódio, André Marcos, diretor técnico do Grupo Folclórico da Universidade do Minho (GFUM), explica como o grupo chegou ao repertório que interpreta e o processo de “botar” cada cantiga. Refere, ainda, as inovadoras estratégias de salvaguarda ativa do canto a vozes que o GFUM está a implementar.
A tradição do canto polifónico a capella em contexto de festa e romaria é analisada, recriada e transformada pelas Cantadeiras do NEFUP.
“D’agora e d’outrora” continua à conversa com Armando Dourado e Napoleão Ribeiro sobre o dinamismo e o crescimento dos grupos de bombos nas últimas...
Como chegaram até nós as polifonias de matriz agrária do norte e centro de Portugal? No âmbito do projeto de salvaguarda “Polifonias d’agora e...